Itens filtrados por data: Quarta, 02 Outubro 2019

Governo zera taxa de importação de 147 produtos que o Brasil não fabrica

São Paulo – O Ministério da Economia zerou o imposto sobre importação de 147 produtos que não são fabricados no Brasil, entre eles máquinas, equipamentos industriais e bens de informática e de telecomunicação. A medida, publicada no Diário Oficial (DO) na segunda-feira (30), começa a valer hoje.

As alíquotas chegavam a até 16% e serão reduzidas para zero até o fim de 2021.

Ao todo, são 136 bens de capital e 11 bens de informática e telecomunicação, usados principalmente em indústrias dos setores de alimentos, remédios, plástico, de cerâmica, metais, madeira e estamparia, entre outros.

Mais de 2 mil produtos já tiveram suas tarifas zeradas neste ano, segundo o ministério. Em nota, a Secretaria Especial de Comércio Exterior diz que as isenções visam reduzir o custo de investimentos produtivos no Brasil e incentivar geração de empregos.

 

Na última leva, anunciada em setembro, o governo anunciou a isenção de centenas de produtos, entre equipamentos médicos, de informática e para a indústria.

No início do mês de agosto, o governo também reduziu as tarifas de importação de 17 produtos como medicamentos para tratamento de câncer e HIV/Aids com o objetivo de reduzir o custo de produção das empresas instaladas no Brasil e o preço dos produtos para os consumidores.

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Pesquisa mostra como a desigualdade de renda cresceu no Brasil

São Paulo – Pesquisa publicada pelo Centro de Estudos da Metrópole (CEM-Cepid/Fapesp) mostra que as diferenças de renda aumentaram entre os que estão na base e no topo da pirâmide dos ganhos advindos do trabalho. De acordo com o pesquisador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) Rogério Jerônimo Barbosa, a partir do fim de 2014, a crise econômica afetou o mercado de trabalho, o que não só piorou o número de desempregados, como também o contingente de desalentados – situação em que a pessoa desiste de procurar emprego – que atualmente são 4,8 milhões de pessoas.

A trajetória da desigualdade, de acordo com a pesquisa, que reúne dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua de 2012 ao primeiro trimestre deste ano, é identificada em quatro fases. A primeira está na virada da década de 1990 para 2000, com a renda de trabalho melhor distribuída. Já segunda fase começa em 2014, com a crise e o aumento do desemprego.

“A terceira fase, iniciada em 2016, mostra que os trabalhadores que permaneceram empregados ficaram desigualmente distribuídos. Quem ‘sobreviveu’ está melhor posicionado, acumula direitos, mas quem está ingressando é pior remunerado e tem menos direitos. É aí que a informalidade passa a contabilizar. Já na última e atual fase, o desemprego estagnou, diminuiu em taxas muito pequenas e a desigualdade cresce entre trabalhadores. Há postos cada vez mais precários sendo gerados de maneira informal”, aponta Rogério, em entrevista aos jornalistas Marilu Cabañas e Glauco Faria, da Rádio Brasil Atual.

O estudo mostra que quem ganha mais aumentou a renda, e quem ganha menos viu sua renda ser reduzida ainda mais. Entretanto, os dados são ainda piores. “A gente trabalhou só com a renda do trabalho. Quem recebe essa renda não é rico e são exceções que recebem acima dos R$ 20 mil como salário, pois o grosso dos mais ricos tem outros meios como fonte e essas pessoas não estão na pesquisa”, explicou. “A gente vê que os ‘sobreviventes’ do mercado de trabalho, mesmo não sendo ricos, já passam a se distanciar dos demais. Pessoas com empregos protegidos são privilegiadas, mesmo sem ser. O que há é uma distância entre pessoas mais protegidas e as desprotegidas”, acrescentou.

Por meio de cálculos feitos com base na evolução dos dados da Pnad e Pnad Contínua, Barbosa mostra que, em meados de 2014, os 50% mais pobres se apropriavam de cerca de 5,7% de toda a renda do trabalho. No primeiro trimestre de 2019, o percentual cai para 3,5%. Para este grupo, essa redução de 2,2 pontos percentuais representa, em termos relativos, uma queda de quase 40%.

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WhatsApp trabalha no recurso de autodestruição de mensagens: veja como funciona

O WhatsApp muito em breve pode introduzir um novo recurso que definitivamente tornaria o aplicativo mais interessante.
 Com esse novo recurso no WhatsApp, as mensagens desaparecem dos bate-papos.

No momento, o recurso 'Mensagens desaparecendo' do WhatsApp está sendo desenvolvido para seu aplicativo Android. 
Agora, esse recurso está no estágio alfa e deve ser lançado em breve para usuários beta públicos. 
O WhatsApp já permite que os usuários excluam permanentemente as mensagens no aplicativo.
Mas esse novo recurso realmente apaga as mensagens do bate-papo sem precisar excluí-lo manualmente.

Veja como funciona

Esse recurso que será disponibilizado apenas para bate-papos em grupo estará disponível como "Mensagens desaparecendo no aplicativo. 
Depois de ativá-lo, você pode definir uma programação para que as mensagens desapareçam após 5 segundos ou 1 hora. Portanto, as mensagens enviadas para o bate-papo em grupo desaparecerão automaticamente após o horário agendado.

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Três universitários e motorista de ônibus morrem em acidente na Bahia

Três estudantes universitários e o motorista do ônibus que os transportavam morreu na noite de quarta-feira (2), durante um acidente, na BR-030, a cerca de 5 km do município de Guanambi, no Sudoeste da Bahia. Outros 13 estudantes ficaram feridos e foram socorridos para o Hospital Regional de Guanambi.

O ônibus que transportava as vítimas foi atingido por um caminhão carregado de coco, que ficaram espalhados na via. De acordo com informações do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Guanambi), as pistas ficaram interditadas até às 3h30 desta quinta-feira (3). O motorista do caminhão fugiu do local, mas dentro do veículo foi encontrada uma carteira de habilitação no nome de Lucas Santos Silva Bento.

As vítimas são as estudantes de ciências contábeis Thais Araújo, e de Administração Lisângela Angélica Gomes, do Centro Universitário UNIFG, o estudante de engenharia civil, Klausten Lima Ferreira, da Faculdade Pitágoras, e o motorista do ônibus, Roberto Gonçalves Teixeira, 68 anos, conhecido como Roxo. Ele era funcionário da empresa Lívia Tur. Os corpos das vítimas foram levados para o Departamento de Polícia Técnica de Guanambi, onde serão necropsiados.

De acordo com o comandante do 17º BPM, o tenente coronel Arthur Mascarenhas, o ônibus saiu do Centro Universitário UNIFG pouco depois das 22h, após o término das aulas, com destino a Caetité, que fica a 35 km de distância. No entanto, logo na saída da cidade ocorreu o acidente. Cinco ambulâncias do Samu atenderam a ocorrência.

"O ônibus saiu no sentido Caetité pela via direita e o caminhão carregado de cocos vinha de Vitória Conquista no sentido contrário ao do ônibus. O motorista colidiu no fundo de outro caminhão carregado de telhas, perdeu controle e bateu de frente com ônibus. Não sabemos se o caminhão, que descia a serra, perdeu o freio ou se o motorista cochilou", explicou o comandante do 17º BPM

Os estudantes que estavam nos bancos da frente foram os mais impactados. Eles foram atingidos por cocos e madeiras do caminhão. Todos eles morreram no local. Só o motorista do ônibus que ainda foi reanimado no local pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e socorrido para o Hospital Regional de Guanambi, mas não resistiu.

De acordo com o tenente-coronel, as outras vítimas tiveram ferimentos leve e médio e nenhuma corre risco de morte. Todos são moradores de Caetité. O município decretou luto de três dias. O ônibus envolvido no acidente foi contratado pela prefeitura para transportar os estudantes que moram em Caetité e fazem faculdade em Guanambi.

Feridos
De acordo com o boletim de ocorrências, os estudantes que ficaram feridos no acidente foram encaminhados para o Hospital Regional de Guanambi. São as vítimas: Brena Carvalho, Geysa Dias, Regiane dos santos, Indira Emanuelle, Valter Novaes, Luzilene, Fernanda Castro, Zanete Brito, Andressa Carvalho, Alana da silva e Luciana Andrade. 

Luto
Confira na íntegra as notas da prfeitura de Caetité e do Centro Univesitário UNIFG, que decretaram luto pela morte dos estudantes. As aulas foram suspensas nesta quinta-feira (3) em todos os campi da instituição. A prfeitura decretou 3 dias de luto oficial no município.

"O Centro Universitário UniFG informa que, em virtude do trágico acidente ocorrido na noite desta quarta-feira (02), envolvendo alunos da instituição, as aulas desta quinta-feira (03) estão suspensas em todos os campi. Em breve daremos informações mais detalhadas", diz a nota.

"É com profundo e imenso pesar que a Prefeitura de Caetité declara luto oficial de 03 dias pelo falecimento de quatro Caetiteenses, ocorridos na madrugada dessa quinta-feira (03/10), em um grave acidente na BR-030. Ao partir, as pessoas são insubstituíveis em sua existência e, no caso particular dos estudantes Klausten Lima Ferreira (filho do colega e amigo, Pedro Silva), Thaís Araújo e Lisângela Angélica Gomes, que também era estagiária da Prefeitura Municipal, e o motorista que transportava esses alunos, o Sr. Roberto Gonçalves Teixeira, popularmente conhecido como Roxo, as palavras nos faltam para dizer a todos os familiares e amigos quão grande falta eles farão em nosso meio, assim como deixam o mundo um pouco mais cinza, com menos brilho e alegria. Rogamos a Deus, Todo Poderoso, que reserve a eles o merecido lugar destinado àqueles que são justos e bons. Aos familiares e amigos, o nosso profundo sentimento de pesar e nossas mais sinceras condolências", diz a nota da prefeitura de Caetité.

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Peste suína leva criadores chineses ao desespero

Questionado sobre a morte de milhares de porcos devido à peste suína africana, doença contagiosa que atingiu a China, o criador Sun Dawu suspira e garante que seu trabalho foi “totalmente destruído”.

“É muito doloroso vê-los morrer. Enterramos todos os porcos mortos a cinco metros do chão”, garante, em sua enorme fazenda da província de Hebei, nos arredores de Pequim, enquanto espanta as moscas em seu entorno.

O vírus, que não é perigoso para o homem, mas mortal para os porcos, chegou rapidamente a todas as regiões chinesas e provocou prejuízos econômicos significativos ao setor. Ele também fez o preço da carne, muito consumida na China, disparar.

Sun Dawu se sente impotente e frustrado pela atitude passiva das autoridades e, por isso, decidiu publicar fotos de seus porcos mortos nas redes sociais.

As imagens viralizaram e acabaram levando as autoridades locais a tomar ação.

Em toda a China, milhares de porcos foram sacrificados como medida de precaução. A população total desses animais caiu cerca de 40% em um ano, enquanto a escassez fez os preços aumentarem pelo menos 50%.

Mais de um ano depois da aparição da doença, no nordeste do país, os criadores ainda têm dúvidas se devem reconstituir suas reservas de animais.

 

No caso de Sun Dawu, seus porcos estão em bom estado de saúde, mas foram postos em quarentena, e ele não poderá vendê-los até a segunda metade de 2020 devido às restrições.

“Alguns criadores não se atrevem a declarar que seus animais estão doentes e continuam vendendo tranquilamente”, lamenta Sun.

“Muitos porcos foram levados a frigoríficos ou transportados de caminhão para o sul e o oeste da China (…), fazendo com que a peste suína se espalhasse por todo o país”, garante.

Números desencontrados

Oficialmente, mais de um milhão de animais morreram na China pela doença. Contudo, Dun Dawu, que perdeu oficialmente 15 mil cabeças, considera o dado inferior à realidade. Já o Ministério da Agricultura reconhece oficialmente apenas um caso, na província de Hebei.

Diante da confusão e da desconfiança sobre a veracidade dos dados oficiais, a maioria dos analistas acham que a crise do porco na China não acabou.

O país pode perder 200 milhões de animais, segundo um relatório do banco Rabobank.

Soma-se a esta crise sanitária a preocupação dos dirigentes do país, que temem uma agitação social.

“Historicamente, o aumento dos preços dos alimentos provoca manifestações nas cidades”, aponta Victor Shih, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos.

O governo pede para os cidadãos comerem menos carne, uma iniciativa que gerou piadas.

Além disso, a guerra comercial entre China e EUA há um ano e meio limita as importações de carne americana.

“O número de porcos em boa saúde continua diminuindo, e a China estará sob pressão para importá-los em massa do exterior, inclusive dos Estados Unidos”, aponta Shih.

O governo chinês anunciou na semana passada aquisições “consideráveis” de carne de porco dos EUA, mas sem dar números.

O país teve que recorrer a 30.000 toneladas de carne congelada de suas reservas estratégicas. E as autoridades anunciaram que concederão subsídios de até 5 milhões de iuanes (US$ 697 mil) para estimular a produção de grandes criadores de gado.

 

Mas os trabalhadores com quem a AFP falou – relutantes em dar seu nome completo – são céticos.

“Perdi mais de 200.000 iuanes com o abate de mais de cem porcos”, diz Zhang, criador de Hebei.

“Ninguém quer criar porcos, ninguém ousa criar porcos”, diz outro fazendeiro nos arredores de Pequim

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