Ciência e Saúde

Da linhaça ao chocolate, cinco alimentos que são benéficos para a saúde da mulher

Em homenagem ao Outubro Rosa, época de conscientização da prevenção do câncer de mama, no artigo de hoje, sugiro alguns alimentos que proporcionam benefícios para a saúde da mulher. Confira:

 
Chocolate

O doce pode ser incluído, até diariamente, na alimentação balanceada de uma mulher saudável – desde que seja a versão com 70%, ou mais, de cacau na composição. Os polifenóis presentes no cacau estão relacionados à diminuição do risco de doenças cardiovasculares e cânceres. 

Além de delicioso, o chocolate também ajuda a diminuir a ansiedade. Converse com seu nutricionista para saber qual a quantidade mais adequada para você.

Linhaça

Alimento que traz inúmeros benefícios para a saúde, e muitas vezes é subestimado. A linhaça é a melhor fonte de ômega-3, um potente anti-inflamatório. Ajuda a controlar os sintomas da TPM e diminuir os da menopausa, além de ser uma ótima opção para esportistas melhorarem a recuperação pós-treino. 

Fernando Gomes / Agência RBS
Linhaça é a melhor fonte de ômega-3, um potente anti-inflamatório Fernando Gomes / Agência RBS

Também tem efeitos no perfil lipídico, reduzindo o colesterol ruim. Para melhorar a absorção do ômega-3, você deve consumir a linhaça triturada na hora, ou optar pelo óleo. Ao consumir a semente inteira, o corpo absorve menos nutrientes, mas já ajuda o funcionamento do intestino.

Ferro

A maioria das mulheres passa, mensalmente, por aquele período do mês que nem todas gostam muito: a menstruação. Nessa fase do ciclo menstrual, as mulheres perdem um volume significativo de sangue, o que pode aumentar o risco de deficiência de ferro. Isso pode desencadear uma anemia, que é uma condição mais grave de saúde, com sintomas como cansaço crônico, dificuldade de concentração e mucosas esbranquiçadas _ enfermidade que impacta todo o funcionamento do organismo. 

Por isso, devemos garantir a ingestão adequada de ferro na alimentação. Sugiro como fontes seguras desse nutriente as leguminosas, que são os feijões, ervilha, lentilha, grão-de-bico e a soja. As carnes também são fonte de ferro, mas elas são ricas em gordura saturada e, em excesso, podem acarretar prejuízos para a saúde

Folhas verde-escuras

Para as mulheres que estão tentando engravidar, vale apostar no consumo de folhas verde-escuras. São fontes de folato (ácido fólico), substância que garante a formação adequada do tubo neural do feto. A folha verde-escura é também um nutriente essencial para a boa saúde da pele, unhas e cabelos. Além de fibras, que garantem o bom funcionamento do intestino, são fontes de vitaminas e minerais antioxidantes, com alto poder de proteção das células.

Cranberry

Frutinha também conhecida como mirtilo-vermelho ou oxicoco, o cranberry tem um sabor bastante ácido e comumente é utilizado para fazer chás e sucos. É um grande aliado na prevenção e tratamento das infecções urinárias, como a cistite, que acomete muito mais mulheres do que homens. A fruta tem um potencial antioxidante elevadíssimo, ajudando a retardar o envelhecimento da pele, a potencializar o rendimento esportivo, a prevenir alguns tipos de cânceres e também auxilia no tratamento de diabetes do tipo 2.

Lembre-se sempre que uma alimentação colorida, equilibrada, balanceada e variada é uma grande aliada para a boa saúde e que todas as escolhas alimentares que você faz hoje contribuirão para construir o seu futuro. Previna-se!

SAÚDE Teste do pezinho ampliado identifica mais de 360 doenças no recém-nascido

O Distrito Federal é o primeiro a incluir as imunodeficiências primárias (IDPs) na triagem neonatal, também conhecido como Teste do Pezinho Ampliado. A iniciativa pode fazer com que os demais estados do Brasil também incluam esta pesquisa na triagem neonatal. 

“Estamos na torcida para que isso aconteça, pois vai beneficiar muitas pessoas e proporcionar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado desde criança, evitando muitas complicações no futuro”, explica Antonio Condino Neto, membro da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI). 

As imunodeficiências primárias são deficiências em algum setor do sistema imunológico de origem genética. As anormalidades incluem infecções de repetição, doenças autoimunes, doenças alérgicas e o câncer.

São mais de 360 doenças diferentes e, por isso, a prevalência varia muito. As mais comuns são aquelas em que há defeitos na produção de anticorpos. Atualmente, cerca de 70% a 90% dos pacientes ainda não estão diagnosticados.

Tratamento 

A triagem neonatal permitirá instituir o tratamento precocemente, necessário para reduzir a elevada morbimortalidade deste grupo de doenças. O acesso à reposição de imunoglobulina por via venosa ou subcutânea regularmente é fundamental. “O tratamento das IDPs envolve diferentes recursos terapêuticos, dentre os quais a reposição de imunoglobulina humana e outros imunobiológicos, o uso de antibióticos preventivos e o transplante de células hematopoiéticas (medula óssea ou cordão umbilical) ”, explica Dr. Condino.

 

Conheça os 10 Sinais de Alerta para Imunodeficiências Primárias em adultos

- Duas ou mais novas otites por ano;

- Duas ou mais novas sinusites no período de um ano, na ausência de alergia;

- Uma pneumonia por ano;

- Diarreia crônica com perda de peso;

- Infecções virais de repetição (resfriados, herpes, verrugas);

- Uso de antibiótico intravenoso de repetição para tratar infecção;

- Abcessos profundos de repetição na pele ou órgãos internos;

- Monilíase persistente ou infecção fúngica na pele ou qualquer lugar,

- Infecção por micobactéria da tuberculose ou atípica,

- História familiar positiva de imunodeficiência.

 

Os 10 Sinais de Alerta para Imunodeficiências Primárias em crianças

- Duas ou mais pneumonias no ano;

- Quatro ou mais otites no último ano;

- Estomatites de repetição ou monilíase por mais de dois meses;

- Abcessos de repetição ou ectima;

- Um episódio de infecção sistêmica grave (meningite, osteoartrite, septicemia);

- Infecções intestinais de repetição/diarreia crônica;

- Asma grave, doença do colágeno ou doença autoimune;

- Efeito adverso ao BCG e/ou infecção por micobactéria

- Fenótipo clínico sugestivo de síndrome associada à imunodeficiência,

- História familiar positiva de imunodeficiência.

Marcos Pontes estima R$ 400 milhões para terminar Sirius e busca 'parcerias' de pesquisa de outros países

O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, esteve na tarde desta quinta-feira (19) na obra do principal projeto do governo federal de pesquisa científica, o Sirius, em Campinas (SP), e afirmou que estima mais R$ 400 milhões para o término do complexo. A declaração foi dada em um encontro de equipes de ciência, tecnologia e inovação de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, países do chamado Brics.

Após a reunião, o ministro, apesar de descartar investimento financeiro, disse que negocia com os países do bloco para parcerias de cooperação em outras instalações semelhantes de pesquisa, mas não da "categoria do Sirius". Ele reafirmou o interesse de tornar o Brasil um membro do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), na Europa.

"Eu tenho trabalhado para ser um membro associado do Cern, então todas essas cooperações internacionais potencializam o resultado que a gente pode ter. Tudo isso segue um aprendizado grande pros nossos cientistas e quando você fala isso aumenta o potencial de criação e produção no país", disse Pontes.

Maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no Brasil, o projeto recebeu até setembro empenho de R$ 75 milhões dos R$ 255,1 milhões previstos para 2019 — 29,4% do total. Do valor, R$ 50 milhões foram pagos ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social responsável pelo projeto, e empregados na montagem do terceiro acelerador e nas primeiras linhas de luz.

 

O contingenciamento de verba do governo federal, que afeta o repasse de verbas ao Sirius, impede a conclusão das 13 linhas de luz em 2020, como era previsto.

Além de estimar o valor para o término do projeto, o titular da pasta informou que, apesar do alto investimento, o governo federal espera um retorno rápido. "O Brasil até agora investiu cerca de 1,3 bilhão aqui, essa organização, o CNPEM, é uma das que tenho muito orgulho no ministério e pra completar isso aqui, aproximadamente R$ 400 milhões. Parece muito dinheiro, certo? Mas o retorno desse investimento é gigantesco", afirmou.

 

Luz síncrotron

 

O Sirius é um laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, que atua como uma espécie de "raio X superpotente" que analisa diversos tipos de materiais em escalas de átomos e moléculas. Atualmente, há apenas um laboratório de 4ª geração operando no mundo: o MAX-IV, na Suécia.

No Brasil, essa tecnologia só está disponível em um equipamento de 2ª geração, em funcionamento há mais de 20 anos, dentro do CNPEM, em Campinas.

 

Prazo em risco

 

Apesar de garantir o início de operação no próximo ano, o diretor do projeto, Antônio José Roque da Silva, diretor-geral do CNPEM, afirmou no início do mês que o orçamento dotado pelo governo federal impede a conclusão no prazo inicial. Segundo ele, a entrega de todas as 13 linhas de pesquisa previstas no Sirius deverá ficar para 2021.

"Se das 13 [linhas de pesquisa] vamos entregar sete, oito ou nove em 2020, tudo vai depender de como as coisas andem. À medida que os recursos forem liberados, conseguimos programar as outras linhas", diz o diretor.

"Não tem milagre. Você atrasa o escopo total do projeto, mas o ponto importante é que foi possível fazer uma gestão para que o Sirius comece a dar retorno. Com a entrega da primeira linha de luz, ele começa a ser utilizado", defende Silva.

 
 
Sirius: maior estrutura científica do país, instalada em Campinas (SP). — Foto: CNPEM/Sirius/DivulgaçãoSirius: maior estrutura científica do país, instalada em Campinas (SP). — Foto: CNPEM/Sirius/Divulgação

Sirius: maior estrutura científica do país, instalada em Campinas (SP). — Foto: CNPEM/Sirius/Divulgação

 

Linhas de luz

 

Atualmente, três linhas de luz, ou estações de pesquisa, estão em fase de montagem no Sirius. Batizada de Manacá, a linha em estado mais avançado e prevista para operar em 2020 foi visitada pelo ministro Marcos Pontes e representantes do Brics nesta quinta.

De acordo com o CNPEM, essa linha será responsável por pesquisas e estudos que podem auxiliar no desenvolvimento de fármacos e na descoberta de enzimas com aplicações na produção de alimentos, biocombustíveis e cosméticos, entre outros.

 

Casos de sarampo no Brasil chegam a 4.476 em 2019, Ministério da Saúde

O Brasil registra 4.476 casos confirmados de sarampo até 18 de setembro de 2019, segundo o boletim epidemiológico publicado nesta semana pelo Ministério da Saúde. O país teve dois surtos da doença neste ano, um nos primeiros meses e outro, separado, que teve início em junho. A maioria dos casos pertence a esse segundo surto.

Desde 23 de junho, o país teve 3.906 casos confirmados de sarampo. Destes, 97,5% estão concentrados em 153 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana da capital. Portanto, somente 2,5% dos casos estão em outros 16 estados brasileiros.

Até o último boletim, foram notificadas quatro mortes por sarampo no Brasil, sendo três no estado de São Paulo e uma em Pernambuco. Dessas mortes, três foram em crianças menores de um ano. Somente uma foi em um indivíduo com mais de 42 anos de idade. Nenhum deles era vacinado contra o sarampo.

Campanha nacional

 

O Ministério da Saúde deve intensificar suas ações de vacinação no mês de outubro, juntamente com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a o Sarampo. O objetivo é interromper a circulação do vírus no país.

'Precisamos oferecer produtos de acesso mais simples', diz diretor da Anvisa sobre uso medicinal de cannabis

O diretor da Anvisa, William Dib, disse nesta quarta-feira (31) que a agência está aberta ao debate de propostas para regulamentar o cultivo de maconha para fins medicinais e científicos.

A afirmação foi feita na abertura da audiência pública que discute duas propostas para regular como deve ser feito o plantio da planta no país.

 

"A agência reconhece que precisa oferecer produtos de acesso mais simples e mais fáceis que tragam os benefícios esperados para a população. Vamos ouvir as opiniões diversas e favoráveis. Assim que a democracia é feita”, disse William Dib, diretor da Anvisa.

 

Durante o evento, a Anvisa reforçou que não há previsão de regulamentação do uso da maconha para fins recreativos.

A audiência pública ocorre em duas partes. Pela manhã, a Anvisa discute a proposta que trata do registro e do monitoramento de medicamentos produzido à base de Cannabis. Serão discutidos detalhes como quem pode cultivar, forma de plantio, segurança, a quem pode ser entregue o produto e fiscalização.

No período da tarde a pauta cobrirá os procedimentos específicos para registro e monitoramento de medicamentos feitos com base na planta ou de seus derivados. A audiência desta quarta faz parte do processo de regulamentação do uso medicinal e científico da maconha, iniciado em junho. A consulta estará aberta até o dia 19 de agosto na plataforma da Anvisa.

Cultivo

 

A autorização para cultivo só será concedida a pessoas jurídicas. Há uma série de fatores de restrição e exigências para esse cultivo que vão desde acesso ao local do plantio, manipulação, armazenamento, transporte, distribuição e descarte.

Nessa primeira resolução o objetivo é a regulamentação dos requisitos técnicos e administrativos para o cultivo da planta com fins medicinais e científicos, desde o plantio até a fase de secagem e distribuição.

A resolução prevê que o cultivo seja feito somente em sistemas de ambiente fechado e por pessoas jurídicas. O cidadão comum (pessoa física) não poderia ter pés de maconha em casa. Para cultivar, seria preciso ter uma autorização especial da Anvisa e supervisão da Polícia Federal.

A inspeção da agência reguladora exigiria, entre outras coisas, um rígido sistema de segurança com controle de acesso por biometria, alarmes e proteção de janelas duplas no local onde está a plantação. Além disso, o espaço não pode ter identificação externa.

A venda e a entrega da planta produzida seriam autorizadas somente para instituições de pesquisa, fabricantes de insumos farmacêuticos e fabricantes de medicamentos. O transporte teria de ser feito em veículos especiais.

 

Entidades se posicionam contra proposta

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) se posicionaram contra a regulamentação do plantio de cannabis no Brasil. A decisão pede a revogação e o cancelamento da abertura de consulta pública sobre o tema.

Segundo o texto, a decisão da Anvisa "desconsidera evidências científicas e não garante efetividade e segurança para os pacientes". Segundo o presidente do CFM, Carlos Vital, "a maconha não é uma droga inofensiva e são vastas as evidências científicas de que o uso precoce da droga leva à dependência".

"Acreditamos que é nossa missão informar e conscientizar a comunidade médica e científica, bem como educadores, legisladores, gestores e o público em geral, sobre o tema", se posiciona Vital, em nota.

 

Regras atuais

 

Atualmente, é proibido cultivar a planta de cannabis em território brasileiro. A lei determina que quem produz a cannabis para consumo pessoal está sujeito à prestação de serviços à comunidade e ao comparecimento a programa educativo, sem fazer ressalva ao uso médico.

Mas, nos últimos anos, a Anvisa e o Poder Judiciário já deram alguns passos no sentido de liberar o cultivo da planta para fins medicinais e científicos. Veja alguns deles abaixo:

 

  • Janeiro de 2015: Retirada do canabidiol da lista de substâncias de uso proscrito, abrindo caminho para facilitar a comercialização de medicamentos com a substância no país;
  • Março de 2016: Autorização da prescrição de remédios à base de canabidiol e THC no Brasil;
  • Janeiro de 2017: Registro do primeiro remédio à base de maconha no Brasil, o Mevatyl, droga já aprovada em outros 28 países;
  • Abril de 2017: A Justiça Federal na Paraíba autorizou uma associação de João Pessoa a cultivar maconha para fins exclusivamente medicinais;
  • Maio de 2017: Inclusão da Cannabis sativa na Lista Completa das Denominações Comuns Brasileiras (DCB) sob a categoria de "planta medicinal".
  • Junho de 2019: Diretoria colegiada da Anvisa aprova propostas que podem liberar o cultivo de maconha medicinal para indústria e ciência.

 

A ideia é que, ao regulamentar o cultivo da planta, caia o custo da produção de medicamentos com base na Cannabis sativa, e que se reduza também o número de ações judiciais para compra de remédios não registrados no Brasil.

Pacientes que sofrem de diversas doenças podem ser beneficiados com a mudança na regras, entre eles os que têm esclerose múltipla, autismo e dores crônicas oncológicas.

As propostas avaliadas nesta terça não preveem a liberação do cultivo nem do consumo de maconha para fins recreativos.

Japão aprova nascimento de embriões híbridos de humanos e animais

O Japão se tornou o primeiro país do mundo a permitir o nascimento de embriões híbridos de humanos e animais para a criação de órgãos humanos. Especialistas do Ministério da Ciência japonês aprovaram a proposta de um experimento nesta direção apresentada pelo pesquisador Hiromitsu Nakauchi, da Universidade de Tóquio.

Nakauchi pretende cultivar células-tronco humanas em embriões de camundongos, ratos e porcos e depois transplantar esse embrião em outro animal. Com a técnica, o pesquisador espera eventualmente desenvolver órgãos humanos completos que podem ser usados em transplantes.

Em março, o Japão havia suspendido a proibição ao desenvolvimento, por mais de 14 dias, de embriões híbridos de humanos e animais. A medida também colocou fim ao impedimento de transplantar órgãos desenvolvidos em embriões de animais para outros animais.

Pesquisas envolvendo o cultivo de células humanas em embriões de animais têm sido realizadas em vários países, como os Estados Unidos. No entanto, nenhum desses embriões chegou a se desenvolver até o nascimento.

A autorização concedida pelo Japão é alvo de críticas. Especialistas em bioética dizem que a pesquisa pode ter consequências inesperadas se algumas células humanas forem transferidas para o cérebro de um animal.

Nakauchi, contudo, afirmou à revista científica Nature que as intervenções são destinadas a afetar apenas o órgão que ele planeja desenvolver no embrião animal.

Em 2017, o pesquisador conseguiu curar um rato diabético ao desenvolver um pâncreas saudável em um embrião de rato e depois transplantá-lo para o rato doente.

Camundongos, ratos e porcos não são os melhores hospedeiros para o desenvolvimento de órgãos humanos devido à grande distância genética entre as espécies. Nakauchi, porém, espera que sua pesquisa contribua para que a ciência entenda melhor essa questão, além de determinar o que limita o desenvolvimento de células humanas em animais.

O sinal verde ao projeto já foi dado. Mas provavelmente só em agosto um grupo de especialistas do Ministério da Ciência do Japão deve decidir quais experimentos em detalhes serão aprovados.

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