Itens filtrados por data: Terça, 30 Abril 2019

APLICATIVOS DE TRANSPORTE 'EMPREGAM' QUASE 4 MILHÕES

Com o desempenho tímido da economia após a recessão e o mercado de trabalho ainda custando a se recuperar, aplicativos de serviços - como Uber, 99, iFood e Rappi - se tornaram, em conjunto, o maior 'empregador' do País. Quase 4 milhões de trabalhadores autônomos utilizam hoje as plataformas como fonte de renda.

Lei mais: Aplicativos dominam todo tipo de serviços

Se eles fossem reunidos em uma mesma folha de pagamento, ela seria 35 vezes mais longa do que a dos Correios, maior empresa estatal em número de funcionários, com 109 mil servidores.

 

Além desses aplicativos representarem as mudanças na oferta de serviços, eles têm acompanhado transformações significativas nas relações de trabalho. Para um autônomo, o ganho gerado com os apps acaba se tornando uma das principais fontes de renda.

Esses 3,8 milhões de brasileiros que trabalham com as plataformas representam 17% dos 23,8 milhões de trabalhadores nessa condição segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre até fevereiro.

Há um ano e meio, Yasmin Namen, de 27 anos, consegue se sustentar trabalhando como cuidadora de cachorros, usando aplicativos como DogHero e PetAnjo. Ela, que não chegou a concluir a faculdade de Direito, trabalhava como vendedora em um shopping center, até ficar desempregada. Hoje, chega a cuidar de oito cachorros de uma vez e ganha de R$ 2,1 mil a R$ 3 mil por mês - o suficiente para se manter.

"A parte ruim é que trabalhar por conta própria exige muita organização, ou as contas ficam atrasadas e a sua vida vira um caos. Mas é um trabalho que começou por necessidade de sustento, mas acabou se tornando uma oportunidade de fazer o que gosto. Sempre tem procura, não fico sem hóspedes", diz.

Amplitude

Dados do Instituto Locomotiva apontam ainda que cerca de 17 milhões de pessoas usam algum aplicativo regularmente para obter renda - essa conta inclui trabalhadores autônomos, profissionais liberais e aqueles que têm outros empregos e usam o que ganham nas plataformas para complementar o salário.

O presidente do instituto, Renato Meirelles, lembra que transporte, venda de produtos e divulgação estão entre as principais atividades de quem usa plataformas para obter renda e que esse é um mercado de grande potencial. "Estima-se que 70% dos adultos das regiões metropolitanas já fizeram pelo menos uma compra por meio de apps", afirma.

Apesar de ser uma alternativa para os brasileiros que ficaram desempregados, essa nova organização do trabalho também é alvo de contestações na Justiça, que questionam se existe vínculo entre plataformas e profissionais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Por Agência Estado

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Desemprego sobe e atinge 12,7% no primeiro trimestre de 2019

De acordo com os dados divulgados hoje, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego no Brasil atingiu 12,7% no primeiro trimestre de 2019. O índice apresentado hoje é maior do que o trimestre anterior, quando o índice atingiu 11,6%. Em relação ao mesmo período do ano passado, o resultado apresentou baixa. No primeiro trimestre de 2018 ficou em 13,1%

Em relação ao mesmo período de 2018, a variação não foi estatisticamente significativa (13,6 milhões). As informações divulgadas pelo IBGE fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

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Brasil é o 6º país mais perigoso do mundo para jornalistas, diz Unesco

Relatório divulgado nesta terça-feira (30) pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) informa que 64 jornalistas, profissionais de imprensa e comunicadores foram mortos no exercício da profissão no Brasil entre 1995 e 2018. O documento Violência Contra Comunicadores no Brasil: um Retrato da Apuração nos Últimos 20 Anos foi elaborado pelo Conselho Nacional do Ministério Público e pela Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp).

 
“Hoje o Brasil é um dos países mais violentos no que diz respeito ao ambiente de atuação dos comunicadores – nos posicionamos em sexto lugar no ranking de nações mais perigosas para jornalistas, segundo a [Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura] Unesco. Estamos atrás apenas de países em manifesta crise institucional, política e até humanitária, como Síria, Iraque, Paquistão, México e Somália”, diz o relatório.

De acordo com a Unesco, o Brasil é o sexto país mais perigoso do mundo para os profissionais da comunicação. O relatório ressalta que a situação configura “verdadeira violação à liberdade de expressão”. O material também aponta “dificuldades estruturais notórias das Polícias Judiciárias” e diz que “muitos dos autores intelectuais desses crimes não chegam a ser responsabilizados. A autoria por vezes sequer é identificada.”

“Essa situação de inação pode gerar a responsabilização internacional do Estado brasileiro, pela violação de compromissos internacionais voltados a proteção dos Direitos”, indica o relatório.
  • Publicado em Brasil
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Aluno mata professor a tiros dentro de escola em Valparaíso (GO)

Um professor do Colégio Estadual Céu Azul, localizado em Valparaíso-GO, foi morto a tiros após um aluno abrir fogo contra ele dentro da unidade de ensino. O caso foi registrado por volta das 15h de hoje (30), no município goiano localizado a 35km de Brasília.

 

A Polícia Militar, o Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu) e o Corpo de Bombeiros foram acionados. O professor, Júlio César Barroso de Sousa, 41 anos, chegou a ser atendido, mas não resistiu aos ferimentos. Alunos do colégio relataram ter ouvido pelo menos três disparos efetuados pelo estudante.

“Ele era aluno e foi expulso do colégio. Ele chegou a ameaçar o professor antes de matar ele”, contou um estudante, em entrevista ao jornal Correio Braziliense. Após atirar, o estudante correu e conseguiu fugir. A perícia foi acionada e a Polícia Civil de Valparaíso investiga o caso. A polícia realiza buscas na região.

Júlio César era morador da região e trabalhava no Colégio Estadual Céu Azul há menos de um ano. Ele deixa esposa e dois filhos

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Morre Beth Carvalho aos 72 anos

cantora Beth Carvalho morreu nesta terça-feira (30) no Rio de Janeiro, aos 72 anos. A compositora estava internada no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, desde de janeiro de 2019. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Beth Carvalho é um dos maiores nomes do samba e considerada madrinha de artistas como Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e Jorge Aragão. 

A cantora já estava com um problema na coluna há algum tempo. Em 2012, a artista se submeteu a uma cirurgia na coluna. No ano seguinte, a cantora recebeu uma homenagem da escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, no carnaval de São Paulo, mas não chegou a participar do desfile, pois ainda estava com problemas de saúde. 

Já com a mobilidade reduzida por causa do problema na coluna, em 2018, Beth Carvalho fez um show deitada. A cantora mostrou sua resistência ao cantar seus sucessos ao lado do grupo fundo de Quintal no show “Beth Carvalho encontra Fundo de Quintal – 40 anos de pé no chão”. 

Em 2019, enquanto estava internada, a cantora de samba teve que reduzir a quantidade de visitas. Sua filha Luana foi a responsável por avisar aos fãs, ao mostrar um vídeo com a cantora debilitada cantando deitada na cama do hospital.

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Governo Bolsonaro bloqueia 30% do orçamento da Ufba e ministro fala em ‘balbúrdia’

O Ministério da Educação bloqueou 30% do orçamento da Universidade Federal da Bahia (Ufba), da Universidade de Brasília (Unb) e da Universidade Federal Fluminense (UFF), segundo a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo. Em nota, o MEC informou que “estuda os bloqueios de forma que nenhum programa seja prejudicado e que os recursos sejam utilizados da forma mais eficaz. O Programa de Assistência Estudantil não sofreu impacto em seu orçamento”.

 

Ao jornal Estado de São Paulo, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que universidades que, em vez de “procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas”.

De acordo com Weintraub, as universidades têm permitido que aconteçam em suas instalações eventos políticos, manifestações partidárias ou festas inadequadas ao ambiente universitário. “A universidade deve estar com sobra de dinheiro para fazer bagunça e evento ridículo”, disse. Ele deu exemplos do que considera bagunça: “Sem-terra dentro do campus, gente pelada dentro do campus”.

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