Itens filtrados por data: Quarta, 08 Maio 2019

Homem é alvejado por disparos de arma de fogo no conjunto algarobas em Camaçari

Na tarde da última quinta-feira (09)  dois homens vieram a óbito do conjunto residencial Parque das Algarobas, em Camaçari.
De acordo com informações da Polícia Militar, houve um confronto entre membros de duas facções criminosas.

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Imagem:Whatsapp

Os Jovens ainda foram atendidos e levados ao HGC (Hospital Geral de Camaçari, mas  não resistiram as perfurações e foram à óbito.
Uma das vítimas era um adolescente de 17 anos e a outra foi identificada como José Borges dos Reis, de 31 anos.

 

 

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Camaçari é destaque internacional após operação milionária da empresa Siemens Gamesa

Segundo o site espanhol Energia Limpa Para Todos, o Brasil ainda é um gigante de energia renovável na América Latina e no mundo.
Segue a reprodução traduzida de toda a matéria, o link original pode ser encontrado ao fim da publicação.


"O país sul-americano tem projetos hidrelétricos impressionantes, bem como enormes projetos de biomassa, mas não descartou sua ambição de gerar energia limpa, segura e amigável com o meio ambiente. Para isso, a Siemens Gamesa Renewable Energy é fundamental. A empresa consolida o maior acordo de sua história no Brasil garante 136 turbinas para a Iberdrola"


Photo by Pixabay

ENERGIA LIMPA XXI. O modelo de turbina do tipo SG 3.4-132 é um dos mais recentes e eficientes da empresa e possui pás de 65 metros de comprimento.
Além disso, esse contrato ajudará a promover a produção local, já que as máquinas serão fabricadas na fábrica da Gamesa em Camaçari.

“Estamos muito orgulhosos que a Iberdrola confie em nós para um projeto deste porte. Acreditamos que é um marco na história da energia eólica no Brasil, pois, é um dos maiores acordos de fornecimento de turbinas eólicas ", disse José Miranda, CEO da Siemens Gamesa para as Américas.

A gigante das tecnologias eólicas está expandindo sua posição no Brasil. O relatório coletado pela Energía Limpia XXI destaca que desde que a Siemens Gamesa desembarcou no Brasil há oito anos, a empresa se estabeleceu como a segunda maior fabricante do país, com uma participação de mercado de 24%, segundo a consultoria especializada MAKE. Além disso, instalou nestes anos mais de 3 Giga Watt, que excedem as 1.500 turbinas.
Além disso, a empresa é responsável pelos serviços de operação e manutenção de diferentes clientes.

Com treze GigaWatt instalados e mais de 5 Giga Watt de projetos em andamento, o Brasil é um dos principais mercados eólicos do mundo. Além disso, tem um enorme potencial de desenvolvimento, já que seu governo estabeleceu como meta alcançar 28,5 GW de energia eólica em 2026.

Sobre o crescimento da Siemens Gamesa

A Siemens Gamesa é líder mundial no setor eólico, com forte presença em todos os segmentos de negócios: offshore (# 1), onshore (# 2) e serviços (# 2). Em 2017, a empresa ficou em primeiro lugar no ranking de consultoria MAKE, com uma participação de mercado de mais de 17% no MegaWatt instalado.

Por meio de seus recursos digitais avançados, a empresa oferece um dos portfólios de produtos mais amplos do setor, bem como soluções de serviços líderes do setor, com as quais contribui para gerar energia mais limpa, mais acessível e confiável. Com mais de 85 Giga Watt instalados em todo o mundo, a Siemens Gamesa produz, instala e mantém turbinas eólicas onshore e offshore, com uma carteira de pedidos de 22 bilhões de euros.
A empresa está sediada na Espanha e está listada na bolsa de valores espanhola (índice Ibex 35).

 

Link para a materia original.

 

 

 

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PM é baleado de raspão por colegas no sul da Bahia após tentativa de homicídio contra morador de rua

Policial foi socorrido para unidade médica e depois detido no 15° Batalhão da Polícia Militar e aguarda audiência de custódia. Caso aconteceu na madrugada desta quinta-feira (9), em Itabuna. Caso foi registrado na delegacia de Itabuna

Um policial militar foi baleado de raspão na mão por colegas após uma tentativa de homicídio contra um morador de rua na madrugada desta quinta-feira (9), na cidade de Itabuna, no sul da Bahia.Conforme a Polícia Militar, o policial, identificado como Elvis Cardoso, foi detido e aguarda audiência de custódia no 15° Batalhão da Polícia Militar.Segundo informações da PM, uma equipe do 15º BPM foi acionada pelo Centro Integrado de Comunicação (Cicom) após denúncias de que um homem tentava atirar contra um morador de rua na Avenida José Soares Pinheiro. Ao chegar no local, os policiais mandaram o homem parar de atirar, mas não foram atendidos.De acordo com a Polícia Militar, Elvis Cardoso se identificou como policial após ser baleado de raspão na mão. O PM que é recém-formado e lotado em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, foi socorrido para o Hospital de Base de Itabuna e, em seguida levado para a delegacia.A PM informou que o morador de rua não foi atingido pelo policial. Caso é investigado na delegacia da cidade.

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Após relatório da CPRM, Braskem decide paralisar atividades em Alagoas

A Braskem informou na tarde desta quinta-feira (9) que decidiu paralisar todas as suas as atividades em Alagoas. A assessoria de comunicação da empresa informou que estão suspensos a extração da sal-gema e o funcionamento das fábricas.

O trabalho de mineração feito pela empresa foi apontado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) como a causadora das rachaduras nos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro.

De acordo com a assessoria, a Braskem é uma petroquímica que tem atividades de mineração. Quando ela minera a sal-gema, que é a matéria-prima, ela abastece as outras plantas. Então, a suspensão das atividades da extração provoca uma reação em cadeia, atingindo os outros setores.

G1 questionou à assessoria como vai ficar a situação dos funcionários que trabalham na empresa. Em resposta, a assessoria disse que as únicas informações sobre o fechamento constam na nota divulgada nesta tarde (veja abaixo).

Confira abaixo a nota oficial da Braskem:

"A Braskem iniciou o processo de paralisação da atividade de extração de sal e da consequente paralisação das fábricas de cloro-soda e dicloretano localizadas no bairro do Pontal da Barra em Maceió/AL. Além disso, a Companhia está avaliando os impactos na planta de PVC em Marechal Deodoro/AL e nas suas plantas do Polo de Camaçari/BA, uma vez que estão integradas na cadeia produtiva. A empresa usará todos os padrões de segurança aplicáveis para esse processo.

Essa medida ocorre em função dos desdobramentos decorrentes da divulgação do Relatório n.1 pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM, que discorre sobre as causas dos eventos geológicos que afetaram o bairro do Pinheiro. A Companhia analisará os resultados apresentados bem como as medidas cabíveis a respeito do assunto. A Braskem vem colaborando com as autoridades na identificação das causas dos eventos com apoio de especialistas independentes. Tendo em vista o compromisso com a segurança das pessoas, a Braskem reafirma que continuará implementando as ações emergenciais na região e avaliará junto aos órgãos competentes a implementação e adoção de medidas adicionais".

 
  • Publicado em Brasil
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Fabrica de Camaçari exporta turbinas de R$ 600 milhões para os EUA

Produtos de fábrica da GE em Camaçari vão abastecer mercado norte-americano

A menos de 10 quilômetros por hora, uma caixa com quase 70 toneladas desfila, fazendo história pelo Porto de Salvador. É uma das 24 naceles que – junto com outros 24 geradores e 24 hubs, para a produção de energia eólica – formam a primeira carga de equipamentos do tipo exportada pelo Porto de Salvador para os Estados Unidos. A operação iniciada anteontem deve ser concluída hoje, quando as 72 peças fabricadas pela GE Renewable Energy - Onshore Wind, em Camaçari, rumam para a cidade de Houston (Texas). 

O embarque é o primeiro de um total de seis, que serão realizados até outubro, com a movimentação total de 80 peças de cada componente, que vão somar um valor total de aproximadamente R$ 600 milhões. Além da primeira exportação de cargas eólicas, de alto valor agregado para o mercado norte-americano, a operação atraiu, também de maneira inédita o navio Bahri Jeddan, de bandeira da Arábia Saudita, que nunca tinha atracado antes na América do Sul.

Por envolver uma carga de alto valor agregado, tamanhos e pesos fora dos padrões de operações portuárias, a operação é conhecida no meio portuário como o de embarque de cargas de projeto. Só a etapa portuária demandou 90 dias de planejamento, para garantir que o processo iniciado há mais de um ano, com a assinaturas de contratos e início de produção, seja bem sucedido desde a fábrica, em Camaçari, até o destino final, até o destino final, a 7,7 mil quilômetros de distância. 

Creditos Imagem: Correio24horas
Foto: Marina Silva)

O que ninguém quer ouvir no meio de uma movimentação de cargas desta magnitude é a famosa frase: “Houston, i have a problem”. 

“Nossa participação neste processo foi no sentido de mostrar que o Porto de Salvador tem toda a capacidade para dar conta de uma operação desta magnitude e com suas peculiaridades”, explica o o diretor de Gestão Comercial e de Desenvolvimento da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Fábio Luiz Lima de Freitas. Para ele, o maior sinal de que a operação foi bem sucedida é que 72 peças gigantescas cruzaram Salvador, rumo ao porto, sem chamar a atenção da cidade.

O embarque é o primeiro de um total de seis, que serão realizados até outubro, com a movimentação total de 80 peças de cada componente, que vão somar um valor total de aproximadamente R$ 600 milhões. Além da primeira exportação de cargas eólicas, de alto valor agregado para o mercado norte-americano, a operação atraiu, também de maneira inédita o navio Bahri Jeddan, de bandeira da Arábia Saudita, que nunca tinha atracado antes na América do Sul.

Por envolver uma carga de alto valor agregado, tamanhos e pesos fora dos padrões de operações portuárias, a operação é conhecida no meio portuário como o de embarque de cargas de projeto. Só a etapa portuária demandou 90 dias de planejamento, para garantir que o processo iniciado há mais de um ano, com a assinaturas de contratos e início de produção, seja bem sucedido desde a fábrica, em Camaçari, até o destino final, até o destino final, a 7,7 mil quilômetros de distância. 

O que ninguém quer ouvir no meio de uma movimentação de cargas desta magnitude é a famosa frase: “Houston, i have a problem”. 

“Nossa participação neste processo foi no sentido de mostrar que o Porto de Salvador tem toda a capacidade para dar conta de uma operação desta magnitude e com suas peculiaridades”, explica o o diretor de Gestão Comercial e de Desenvolvimento da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), Fábio Luiz Lima de Freitas. Para ele, o maior sinal de que a operação foi bem sucedida é que 72 peças gigantescas cruzaram Salvador, rumo ao porto, sem chamar a atenção da cidade. 

Luiz Freitas, diretor da Codeba (Foto: Marina Silva)
Foto: Marina Silva)

Segundo o diretor da Codeba, o sucesso da operação é importante para literalmente mostrar ao mundo que a estrutura portuária baiana é capaz de movimentar cargas de projeto. A estimativa é que uma única operação do tipo equivalha à movimentação de seis mil contêineres. 

Nos últimos anos, o porto exportou cargas eólicas, através do Terminal de Conêineres (Tecon Salvador), operado pela Wilson Sons, para o Japão (2017/2018), Honduras e México (2018). O terminal foi a porta de entrada para 1.036 contêineres com equipamentos no ano passado, além de 6,1 mil toneladas em cargas soltas. 


Grande e sensível
O empresário Matheus Oliva, diretor da Intermarítima, empresa responsável pela operação da carga, destaca a simbologia da operação. “O Brasil, que é conhecido pela exportação de produtos primários, está enviando turbinas para os Estados Unidos. A Bahia está vendendo valor agregado, tecnologia, energia limpa, para a maior economia do mundo”, ressalta. 

Oliva explica que a complexidade da operação não se deve apenas às dimensões da carga. “É uma carga fora dos padrões de tamanho e peso, que é ao mesmo tempo sensível. Tem um design industrial específico”, explica. É o que se chama de mobilidade crítica. “Os equipamentos estão cheios de componentes eletrônicos e sistemas internos que não podem sofrer com o manuseio incorreto”, diz. “Cada uma vale R$ 5 milhões”. Os 30 anos de experiência da Intermarítima foram fundamentais, acredita o empresário. 

“O mais importante é que a Bahia mostra a sua vocação para o comércio exterior, apesar da aridez do momento. Pouca coisa está acontecendo, mas é possível fazer algo. Quando essa carga chegar lá, a origem dela é a Bahia”, comemora Matheus Oliva.

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, João Leão, destaca o interesse do estado em tornar operações do tipo mais constantes. “A Bahia lidera no número de parques em operação, lidera no cadastramento e na comercialização de projetos nos leilões e, além deste protagonismo nacional, temos uma indústria de componentes consolidada”, afirma. Segundo ele, o desafio agora é atrair para cá as grandes indústrias de subcomponentes, concentradas hoje nas regiões Sul e Sudeste do país. 


Planos para Camaçari
O diretor de Supply Chain da GE Renewable Energy - Onshore Wind para a América Latina, Brian Pitel, conta que o interesse da empresa é o de ampliar operações do tipo a partir da unidade em Camaçari. “Esta é uma operação muita representativa para a GE e inclusive estamos analisando alternativas que possam nos tornar ainda mais competitivos, permitindo ampliar oportunidades de novos negócios tanto no Brasil, quanto para novas exportações”, afirma. 

 Atualmente, a planta industrial conta com cerca de 100 empregados diretos, além dos parceiros na região, que fornecem serviços de transporte, guindaste, armazém, manutenção e segurança.

Anteriormente, a GE havia realizado operações de exportação a partir de Camaçari para o Japão e a Europa. “No entanto, a operação atual representa um marco para a nossa empresa, pois é a primeira exportação da unidade para os Estados Unidos, além de ser a maior quantidade de aerogeradores já exportados pela GE diretamente de Camaçari”, explica.

O executivo da GE avalia que energia eólica como uma das “protagonistas do setor elétrico brasileiro”. A empresa projeta que a demanda por produtos do tipo deve continuar a crescer e faz planos de novos investimentos na unidade baiana. “Esses investimentos contemplam também a adequação da fábrica de Camaçari para produzir a maior turbina onshore da GE, a Cypress 5,3 megawatts (MW), que já está sendo comercializada no mercado”. 

As projeções são de que o país ultrapasse o patamar de 15 giwawatts em capacidade instalada a partir da energia eólica em breve.  “A GE está avaliando alternativas de investimento para ampliar sua capacidade produtiva e a cadeia de fornecimento local”, diz Pitel.  


Parque industrial
A Bahia possui o maior parque industrial de fabricantes de aerogeradores, com quase 60% do mercado brasileiro em capacidade produtiva. Estes fabricantes, também chamados de montadores, recebem partes e peças e realizam a integração do sistema. A montagem completa do aerogerador se dá no local de implantação do parque eólico, quando o cubo é acoplado à torre, as pás são fixadas na nacele e ambos são integrados em uma máquina completa.

Atualmente, mais de mil pessoas trabalham em empresas que fabricam equipamentos para a produção de energia eólica na Bahia.  

A diretora de desenvolvimento de negócios da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Lais Maciel, acredita que nos próximos anos o estado vai conseguir atrair mais fabricantes de componentes. Segundo ela, este processo estava em curso, mas retrocedeu por conta da ausência de novos leilões de energia nos últimos três anos. 

Com a expectativa de crescimento da economia nos próximos anos e a consequente alta na demanda por energia, Laís acredita em um cenário de crescimento na indústria de componentes. “O governo federal anunciou leilões de energia para os próximos três anos e em relação à transmissão, que é considerada um gargalo para o crescimento do setor, temos o cenário em que 50% dos projetos previstos para o país serão implantados na Bahia”, pondera.

Atualmente, a Bahia é líder no número de parques eólicos em operação no país e tem, sozinha, 31,8% dos novos projetos cadastrados para o setor no leilão que será realizado no próximo mês de junho. O estado se destaca pela qualidade dos ventos, constantes e unidirecionais, o que permite a produção de energia em mais da metade dos dias. São 156 parques eólicos implantados por 23 municípios baianos. 

Os seis maiores destaques são os municípios de Sento Sé, com 42 projetos e 964 MW de geração; Caetité, com 36 projetos e 777 MW; Igaporã com 31 projetos e 539 MW; Campo Formoso com 27 projetos e 683 MW; Morro do Chapéu com 24 projetos e 653MW; e Gentio do Ouro com 11 projetos e 246MW.

O presidente da consultoria Eoluz, Rafael Valverde, explica que o mercado de energia tem características globais.

 

Fonte

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Camaçari: Ford desbrava mercado mais uma vez ao retirar estepe do EcoSport

A história de hoje é sobre um pioneiro. Quando o sonho de consumo entre os utilitários esportivos compactos respondia pelo nome de um frágil Daihatsu Terios, eis que no início dos anos 1990 a Ford apresenta ao mercado sua versão de jipinho, batizado de EcoSport.

Com sua posição elevada de dirigir e seu quê de desbravador de trânsito selvagem – a tal selva de pedra –, o modelo não tardou a cair no gosto do público – OK, vão dizer que é preconceito, mas sobretudo no do público feminino. O ano era 2003. Aposta arriscada.

Esse tipo de modelo virou lugar-comum e hoje o Eco (corruptela carinhosa) ganhou uma série de concorrentes, a ponto de uma revista especializada comparar 12 deles. Uma grande marca só lançou um concorrente direto neste ano – mas isso é outra história, encrencada demais.

Houve quem lançasse modelos com o estepe na traseira, como se isso fosse de fato uma chancela de “aventureiro”. Mas voltemos a falar da Ford. E de EcoSport. A marca inova mais uma vez e lança o Eco sem o estepe na traseira. Como linha 2020, traz na versão top Titanium pneus run-flat, abolindo o estepe não só na traseira. Não, não há estepe em lugar algum!

Pneus run-flat, ou Zero Pressure, se caracterizam pelas laterais reforçadas que permitem continuar rodando mesmo se um deles perder totalmente a pressão, dentro de certos limites de distância e velocidade – em geral rodam 80 quilômetros a até 80 km/h.

Ou seja, em caso de furo, o motorista é avisado pelo sistema de monitoramento de pressão dos pneus – outra coisa que só se via até então em veículos mais sofisticados – e não precisa interromper a viagem, podendo fazer o conserto depois, com segurança, no momento e local mais convenientes.

Aerodinâmica

Aliás, em uma visita à fábrica de Camaçari (BA), certa vez este repórter do Capress questionou um técnico sobre se o estepe não atrapalhava a eficiência energética, uma vez que aumenta o arrasto. Em um rompante de sinceridade, ele simplesmente disse que sim. Hoje isso acabou.

A traseira do Eco sem estepe é bem mais “limpa”, a dirigibilidade foi aprimorada, bem como todo o acabamento do carro, cujas primeiras unidades a sair da linha de montagem eram um horror. Quem não se importar com o estepe, ele ainda está presente nas versões SE, FreeStyle e Storm.

Caso os 80 quilômetros não sejam suficientes para o reparo, o veículo é acompanhado por um kit de reparo que amplia a distância que é possível percorrer em 200 quilômetros, mantendo o mesmo limite de velocidade. Ele é composto basicamente por um compressor e um selante. Em compensação, apesentou, além do estepe, o macaco e a chave de roda.

Sobre o preço da brincadeira, a resposta é não, ela não é barata. A versão custa R$ 103.890 e traz, além da novidade tecnológica, teto solar elétrico, sete airbags, sistema de monitoramento de ponto cego e tráfego cruzado, painel “soft touch”, bancos de couro ecológico, sensor de presença para acesso inteligente e partida sem chave.

Há ainda central multimídia Sync 3 com tela de 8 polegadas, luzes diurnas de led, sensor de chuva e rodas de liga leve de 17 polegadas. Seu motor é o 1.5 Ti-VCT Flex de três cilindros, de 137 cv, associado a uma transmissão automática de seis velocidades com teclas “paddle shift” no volante.

Agora é fazer uma passeata na avenida Paulista para que a Ford retire o estepe de todas as outras versões.

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Número de feminicídios cresce na Bahia nos primeiros meses do ano

O número de feminicídios (homicídio praticado contra a mulher por ela ser mulher) registrados na Bahia cresceu nos primeiros quatro meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2018.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), em 2019, foram 10 casos a mais que os ocorridos entre janeiro e abril do ano passado.

O órgão não detalhou, no entanto, o total registrado nos dois anos.

As informações foram apresentadas pelo secretário Maurício Teles Barbosa, nesta quarta-feira (8), durante encontro com a Comissão de Direitos da Mulher, da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em Salvador.

A reunião teve como objetivo a apresentação de ações de combate à violência contra mulher.

Segundo a SSP, apesar do aumento no número de feminicídios, houve queda de 32,6% nos casos de estupros, 61 casos a menos de janeiro a abril em relação ao mesmo período de 2018.

Ainda conforme o ógrão, as reduções seguem para os crimes de tentativa de homicídio, de 144 para 117 (-18,8%), lesão corporal dolosa, de 6055 para 4565 (-34,6%), injúria, de 4410 para 3534 (-19,9%), e ameaça de 12.554 para 9874 (-21,3%).

*G1

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Polícia deflagra operação contra desvio de $ 30 mi do Banco do Brasil em oito estados e no DF

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (9), uma megaoperação para prender suspeitos de desviar quase R$ 30 milhões do Banco do Brasil entre 2017 e 2018. A ação acontece em oito estados e no Distrito Federal.
Segundo o G1, os agentes cumprem 17 mandados de prisão e 28 de busca e apreensão em Pernambuco, Goiás, Pernambuco, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Paraná e no Distrito Federal.
Dois ex-funcionários do banco estatal e empresários de 11 empresas terceirizadas que tinham contrato com a instituição financeira para cobrar dívidas de clientes estão entre os alvos.

*BN

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Ninguém acerta as seis dezenas da Mega-Sena e prêmio vai a R$ 275 milhões

A Mega-Sena acumulou pela 14ª vez consecutiva, nesta quarta-feira (8), no concurso 2.149. O prêmio estimado para o próximo concurso é de R$ 275 milhões. Os números sorteados foram: 21 – 23 – 37 – 44 – 46 – 48. O sorteio ocorreu em São Paulo (SP).

Na quina, 496 apostas acertaram os números e cada apostador vai receber R$ 35.200,20. A quadra saiu para 32,880 ganhadores e cada um vai receber R$ 758,57.

O próximo sorteio será no sábado (11).

  • Publicado em Brasil
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Empresas de Feira de Santana têm vagas de emprego para esta quinta-feira

Empresa localizadas na cidade de Feira de Santana, divulgaram as vagas de emprego disponíveis para esta quinta-feira (9). Há oportunidades para comprador, vendedora, eletricista industrial, escovista e manicure.

Costureira de biquínis e malhas

1 vaga. Interessados podem ligar para (75) 98146-3997.

Serigrafista

1 vaga, com necessidade de experiência. Interessados podem enviar currículo para Rua Fernando Ferrari, nº 309, Bairro Brasília.

Conferente

1 vaga, com necessidade de experiência e transporte próprio. É preciso que o interessado more nas proximidades do Tomba, Jomafa ou Feira 7. Enviar currículo para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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