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Prestes a sair de linha, Fiesta fica mais em conta que algumas versões do Ka

Ford Fiesta 1.6 logo deixará de ser feito no Brasil e tem reduções de preços para desovar as últimas unidades disponíveis.
Quem não se importar em levar para casa um carro que está prestes a sair do catálogo, o Ford Fiesta pode ser uma boa opção. Isso porque passou a ficar mais em conta, com reduções que preço que chegam a R$ 1.700.

Com isso, a versão mais em conta do Ford Fiesta , a SE 1.6 manual, passa a custar R$ 50.990, o que é menos que os R$ 52.440 do Ka 1.5 SE. Entre os itens de série, há ar-condicionado, direção com assistência elétrica, computador de bordo, entre outros.

O Ford Fiesta está prestes a deixar de ser montado em São Bernardo do Campo (SP) e vem perdendo versões aos poucos. Hoje em dia, sobraram apenas as que vêm com motor 1.6 Ti-VCt e com câmbio manual. São 128 cv de potência e 16 kgfm de torque a 5.000 rpm.

No caso da versão SE 1.6 Style do Fiesta, houve redução de R$ 1.600 no preço de tabela, que agora é de R$ 54.990. O carro vem com controles de tração e estabilidade e retrovisores externos com piscas integrados entre os principais destaques.
Há também a versão topo de linha SEL, que ficou R$ 1.480 mais em conta, passando a custar R$ 56.610. Por esse valor, o cliente tem direito a levar ar-condicionado digital, sistema multimídia Sync 3, de última geração, com tela sensível ao toque de 6 polegadas (ca. 15 cm), vidros dianteiros e traseiros elétricos e alarme.

Ford Fiesta não é o único.

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Ford Focus acaba de ter a produção encerrada na Argentina, que passa por uma forte crise econômica
A Ford passa por uma fase de mudança e, além do Fiesta, outros modelos da marca deixarão de ser fabricados não apenas no Brasil, mas em outros países do mundo. No terreno dos hatches , outro carro descontinuado é o Focus, cuja producão na Argentina já foi encerrada.

O sedã Fusion também está prestes a deixar de ser produzido no México. Isso porque a Ford já anunciou que não venderá o modelo nos Estados Unidos, para onde vai a grande parte da produção em Hermosillo (México).

No Brasil, os dois únicos modelos que a marca americana vai produzir quando o Ford Fiestadeixar de ser fabricado serão o SUV compacto EcoSport e o Ka, ambos montados em Camaçari (BA). Além deles, a marca oferece a picape Ranger, o esportivo Mustang e o SUV de luxo Edge, todos importados. 

Kim pede a Putin que trabalhe em conjunto para resolver a questão nuclear

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu nesta quinta-feira (25) ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, que trabalhem em conjunto para explorar formas de resolver o problema da desnuclearização da Península Coreana. Eles tiveram um encontro inédito na cidade russa de Vladivostok.

"A situação na Península Coreana é de grande interesse para toda a comunidade internacional. Espero que nossas conversas sejam um evento importante para avaliarmos essa situação em conjunto, trocarmos pontos de vista sobre a situação e como resolver esse problema juntos", disse o líder norte-coreano a Putin, no início da primeira cúpula entre ambos.

Putin classificou de substancial seu primeiro encontro com Kim Jong-un. "Falamos, é claro, sobre a situação na península coreana, trocamos opiniões sobre o que precisa ser feito para que a situação tenha perspectivas de melhora", disse.

O presidente russo destacou que as delegações russas e norte-coreana discutiram, durante as quase duas horas de reunião, a história das relações entre os dois países e os planos de desenvolvimento para a cooperação bilateral.

Ele também agradeceu a Kim por aceitar o convite para visitar a Rússia, país que compartilha pouco mais de 20 km de fronteira terrestre com a Coreia do Norte.

O presidente russo lembrou que foi o pai do atual líder do país comunista, Kim Jong-il, que impulsionou a assinatura de um tratado de amizade com a Rússia.

Por sua vez, Kim disse que foi a Vladivostok para discutir "os caminhos para a solução pacífica" do conflito nuclear na península coreana, que, em sua opinião, desperta um "interesse prioritário" no mundo.

Kim, que também descreveu como "muito substancial" a reunião a sós com o chefe do Kremlin, mostrou-se "muito contente" em visitar a Rússia, que descreveu como um país "amigável" e "grande" vizinho. "Espero que nossas negociações continuem da mesma forma, de maneira útil e construtiva", disse ele.

O representante russo na União Europeia (UE), Vladimir Chizhov, informou que os dois líderes abordaram a retomada das negociações de seis partes (as duas Coreias, Japão, EUA, Rússia e China) para a resolução do conflito nuclear, atualmente parada.

Vladimir Putin também expressou confiança em que a cúpula com o líder da Coreia do Norte permitirá não apenas desenvolver as relações bilaterais, mas também contribuir para a solução pacífica da questão nuclear na península coreana.

"Agradecemos seus esforços para desenvolver o diálogo intercoreano e normalizar as relações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos", disse Putin a Kim, no início da primeira cúpula entre os dois líderes desde que o norte-coreano assumiu o poder em 2011.

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A cúpula entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, começou nesta quinta em Vladivostok, no Extremo Oriente Russo.

Kim chegou às 14h10 (horário local, 1h10 de Brasília) ao edifício "S" do campus da Universidade Federal do Distante Oriente, na Ilha Russky, onde acontece a cúpula.

O líder norte-coreano foi recebido na entrada com um aperto de mão de Putin, que tinha chegado 20 minutos antes ao local do encontro, após o qual os dois líderes passaram a cumprimentar as duas delegações.

Esta é a primeira cúpula entre os dois líderes, uma vez que Kim se reuniu quatro vezes com o presidente chinês, Xi Jinping, três com o sul-coreano, Moon Jae-in, e dois com o presidente dos EUA, Donald Trump.

Os dois líderes farão primeiro uma reunião bilateral e em seguida realizarão um encontro ao lado de suas respectivas delegações.

A cúpula é realizada depois do fracasso da reunião entre Kim e Trump, em Hanói (Vietnã), no final de fevereiro.

A reunião é uma boa oportunidade para Kim conseguir apoio mais sólido de Putin para proposta de desnuclearização gradual acompanhada de um levantamento progressivo de sanções, uma oferta rejeitada por Washington na recente cúpula em Hanói.

A Casa Branca defende o chamado "grande acordo", que propôs na capital vietnamita, e isso envolve a eliminação de todos os programas de armas norte-coreanos, além do atômico, antes de relaxar qualquer sanção.

Putin pede a desnuclearização da península coreana e, portanto, apoiou as sanções no Conselho de Segurança toda vez que aconteceram testes em Pyongyang, mas ao mesmo tempo, apóia o desarmamento passo a passo e oferece garantias de segurança a Kim.

JBS faz recall de 20 toneladas de carne moída estragada nos EUA

A JBS Recolheu cerca de 20 toneladas de carne moída nos Estados Unidos por contato com plastico contaminado.
O problema foi descoberto após varias reclamações de consumidores que encontraram pedaços de um plástico verde solido.
Os produtos foram fabricados no dia 20 de março na fábrica da empresa em Plainwell, Michigan. A carne contaminada com plástico foi vendida em varejistas do estado e também do vizinho Wisconsin.
O USDA divulgou que não há confirmação de reações por causa do consumo da carne moída, mas orientou que ela seja jogada fora ou devolvida ao local da compra.

Venezuela terá fornecimento de energia interrompido por até 21 horas por semana

O fornecimento de energia elétrica na Venezuela será interrompido por até 21 horas por semana nos próximos 30 dias, de acordo com um cronograma de racionamento divulgado pelo regime de Nicolás Maduro nesta sexta-feira (5). Dos 23 estados do país, 20 entrarão no esquema de racionamento.

O ministério de Energia Elétrica e a estatal Corporación Eléctrica (Corpoelec) projetaram um "plano de administração de carga", que divide os estados em cinco setores, com horários diferentes de racionamento. O documento prevê cortes de até três horas por dia em cada setor e garante que em um dia da semana cada região contará com o fornecimento de energia por 24 horas.

A medida de racionamento exclui o estado de Vargas, próximo a Caracas e onde fica o principal aeroporto da Venezuela; Amazonas e Delta Amacuro, regiões de fronteira e afastadas da capital.

Maduro anunciou no domingo passado a implementação do racionamento que durará 30 dias, mas só nesta sexta-feira foram conhecidos os detalhes do cronograma.

Os cortes programados de luz são a resposta do Governo à crise de energia elétrica atravessada pelo país desde o dia 7 de março quando iniciou uma sequência de blecautes que paralisou a Venezuela durante pelo menos 11 dias.

 

Protestos

 

No último fim de semana, várias zonas de Caracas protestaram contra os consecutivos apagões. Os manifestantes foram convocados pelo autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, que pediu aos opositores de Maduro que saíssem às ruas todas as vezes que houvesse falhas elétricas e de água.

 
'Queremos água e eletricidade', diz cartaz de venezuelana que protesta em Caracas contra apagão na Venezuela — Foto: Federico Parra/AFP
'Queremos água e eletricidade', diz cartaz de venezuelana que protesta em Caracas contra apagão na Venezuela — Foto: Federico Parra/AFP
 

O regime de Maduro insiste na versão de que os blecautes ocorre em decorrência de uma sabotagem. Depois de um novo apagão que começou na noite de sábado, o ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez, acusou novamente "obstrução criminosa".

A oposição, entretanto, fala que a crise energética é fruto da corrupção e falta de investimento em infraestrutura do governo

Nova Zelândia apresenta 50 acusações de homicídio contra acusado de massacre

A polícia da Nova Zelândia confirmou nesta quinta-feira (4) que apresentou 50 acusações de homicídio e 39 de tentativa de homicídio contra o australiano Brenton Tarrant, acusado do atentado terrorista em duas mesquitas da cidade de Christchurch.

Existe a previsão que Tarrant, preso desde o dia do massacre, ocorrido em 15 de março, compareça nesta sexta (5) ao Tribunal Superior de Christchurch. Na audiência do dia seguinte ao ataque, Tarrant rejeitou seu advogado e disse que planeja se defender sozinho das acusações contra ele.

As autoridades indicaram, em comunicado divulgado nas redes sociais, que consideram a possibilidade de apresentar outras acusações relacionadas à agressão armada em recintos religiosos.

O agressor, de 28 anos, permanece lúcido e sem qualquer tipo de arrependimento, indicou na época o advogado Richard Peters - indicado para defender Tarrant -, que disse que o acusado não parecia ser mentalmente instável, além de expressar sua ideologia extremista.

Segundo o advogado, Tarrant procura utilizar o processo como "alto-falante" da sua ideologia.

Naquele dia, 50 pessoas morreram e outras 50 ficaram feridas no ataque indiscriminado contra os fiéis muçulmanos que estavam nas mesquitas antes da tradicional oração do meio-dia.

Após o massacre, a Nova Zelândia procura alterar a lei de armas para proibir a posse de armas militares semiautomáticas e fuzis de assalto, como as utilizadas para cometer o massacre.

Na Nova Zelândia, cerca de 250 mil pessoas possuem licenças padrões de categoria A para porte de armas, que permite aos maiores de 16 anos possuírem e utilizarem rifles e escopetas, após testes policiais.

Brenton Tarrant possuía esta licença desde 2017 e desde então comprou cinco armas, incluindo duas semiautomáticas, que na maior parte foram adquiridas pelo site da loja de armas neozelandesa Gun City.

Decisão de Bolsonaro é custosa para o Brasil e não agrada ninguém

A decisão do presidente Jair Bolsonaro de abrir um escritório de representação em Jerusalém, em vez de transferir para a cidade santa a embaixada brasileira, é um recuo que precisa ser visto como uma medida correta.

Mas acaba indo contra o discurso do próprio governo, de austeridade, ao gerar custos para o Brasil com a instalação do novo escritório em Israel.

Para um governo que tem combatido, corretamente, desde o início toda e qualquer medida que represente custos para o Tesouro Nacional, abrir o escritório em Israel vai gerar mais despesas para a União sem retorno do ponto de vista comercial e de representação.

O gesto é muito mais político e buscou cumprir, em parte, promessa feita desde a campanha ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém.

Do ponto de vista de negócios e representação, o escritório pode ter pouca utilidade. Quem importa e exporta para o Brasil está baseado muito mais em Tel Aviv. E as duas cidades estão separadas por menos de 70 quilômetros. Tudo poderia ficar concentrado numa ou em outra cidade.

Bolsonaro foi convencido a não cumprir totalmente sua promessa por ruralistas e equipe econômica, temerosos com retaliações de países árabes, estes, sim, importadores importantes de produtos brasileiros. O prejuízo seria enorme.

Adversários de israelenses, os árabes consideram que a mudança da embaixada do Brasil seria o mesmo que reconhecer Jerusalém como capital de Israel, disputa histórica na região.

Agora, a diplomacia brasileira vai entrar em campo para convencer árabes de que a abertura de um escritório de representação em Jerusalém – que Israel considera sua capital embora a comunidade internacional tenha posição contrária – não afronta esses países. Tudo para escapar de qualquer tipo de retaliação comercial.

 
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