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WhatsApp trabalha no recurso de autodestruição de mensagens: veja como funciona

O WhatsApp muito em breve pode introduzir um novo recurso que definitivamente tornaria o aplicativo mais interessante.
 Com esse novo recurso no WhatsApp, as mensagens desaparecem dos bate-papos.

No momento, o recurso 'Mensagens desaparecendo' do WhatsApp está sendo desenvolvido para seu aplicativo Android. 
Agora, esse recurso está no estágio alfa e deve ser lançado em breve para usuários beta públicos. 
O WhatsApp já permite que os usuários excluam permanentemente as mensagens no aplicativo.
Mas esse novo recurso realmente apaga as mensagens do bate-papo sem precisar excluí-lo manualmente.

Veja como funciona

Esse recurso que será disponibilizado apenas para bate-papos em grupo estará disponível como "Mensagens desaparecendo no aplicativo. 
Depois de ativá-lo, você pode definir uma programação para que as mensagens desapareçam após 5 segundos ou 1 hora. Portanto, as mensagens enviadas para o bate-papo em grupo desaparecerão automaticamente após o horário agendado.

Peste suína leva criadores chineses ao desespero

Questionado sobre a morte de milhares de porcos devido à peste suína africana, doença contagiosa que atingiu a China, o criador Sun Dawu suspira e garante que seu trabalho foi “totalmente destruído”.

“É muito doloroso vê-los morrer. Enterramos todos os porcos mortos a cinco metros do chão”, garante, em sua enorme fazenda da província de Hebei, nos arredores de Pequim, enquanto espanta as moscas em seu entorno.

O vírus, que não é perigoso para o homem, mas mortal para os porcos, chegou rapidamente a todas as regiões chinesas e provocou prejuízos econômicos significativos ao setor. Ele também fez o preço da carne, muito consumida na China, disparar.

Sun Dawu se sente impotente e frustrado pela atitude passiva das autoridades e, por isso, decidiu publicar fotos de seus porcos mortos nas redes sociais.

As imagens viralizaram e acabaram levando as autoridades locais a tomar ação.

Em toda a China, milhares de porcos foram sacrificados como medida de precaução. A população total desses animais caiu cerca de 40% em um ano, enquanto a escassez fez os preços aumentarem pelo menos 50%.

Mais de um ano depois da aparição da doença, no nordeste do país, os criadores ainda têm dúvidas se devem reconstituir suas reservas de animais.

 

No caso de Sun Dawu, seus porcos estão em bom estado de saúde, mas foram postos em quarentena, e ele não poderá vendê-los até a segunda metade de 2020 devido às restrições.

“Alguns criadores não se atrevem a declarar que seus animais estão doentes e continuam vendendo tranquilamente”, lamenta Sun.

“Muitos porcos foram levados a frigoríficos ou transportados de caminhão para o sul e o oeste da China (…), fazendo com que a peste suína se espalhasse por todo o país”, garante.

Números desencontrados

Oficialmente, mais de um milhão de animais morreram na China pela doença. Contudo, Dun Dawu, que perdeu oficialmente 15 mil cabeças, considera o dado inferior à realidade. Já o Ministério da Agricultura reconhece oficialmente apenas um caso, na província de Hebei.

Diante da confusão e da desconfiança sobre a veracidade dos dados oficiais, a maioria dos analistas acham que a crise do porco na China não acabou.

O país pode perder 200 milhões de animais, segundo um relatório do banco Rabobank.

Soma-se a esta crise sanitária a preocupação dos dirigentes do país, que temem uma agitação social.

“Historicamente, o aumento dos preços dos alimentos provoca manifestações nas cidades”, aponta Victor Shih, da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos.

O governo pede para os cidadãos comerem menos carne, uma iniciativa que gerou piadas.

Além disso, a guerra comercial entre China e EUA há um ano e meio limita as importações de carne americana.

“O número de porcos em boa saúde continua diminuindo, e a China estará sob pressão para importá-los em massa do exterior, inclusive dos Estados Unidos”, aponta Shih.

O governo chinês anunciou na semana passada aquisições “consideráveis” de carne de porco dos EUA, mas sem dar números.

O país teve que recorrer a 30.000 toneladas de carne congelada de suas reservas estratégicas. E as autoridades anunciaram que concederão subsídios de até 5 milhões de iuanes (US$ 697 mil) para estimular a produção de grandes criadores de gado.

 

Mas os trabalhadores com quem a AFP falou – relutantes em dar seu nome completo – são céticos.

“Perdi mais de 200.000 iuanes com o abate de mais de cem porcos”, diz Zhang, criador de Hebei.

“Ninguém quer criar porcos, ninguém ousa criar porcos”, diz outro fazendeiro nos arredores de Pequim

Trump pede lei rígida que verifique antecedentes para compra de armas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta segunda-feira (5) que os parlamentares aprovem uma lei que exija uma verificação rígida de antecedentes para compra de armas, após dois massacres a tiros no Texas e em Ohio no final de semana que mataram 29 pessoas.

Trump, que deve se pronunciar a respeito dos ataques ainda nesta segunda-feira na Casa Branca, disse que as mortes não podem ter sido "em vão" e pediu que os dois partidos políticos adotem medidas para exigir mais verificações para compradores de armas.

"Não podemos deixar que aqueles que foram mortos em El Paso, no Texas, e Dayton, no Ohio, morram em vão. O mesmo para aqueles feridos gravemente. Nunca podemos esquecê-los, e aqueles muitos que vieram antes deles", tuitou Trump antes de seu pronunciamento, agendado para as 10h locais.

 

"Republicanos e democratas precisam se unir e conseguir verificações rígidas de antecedentes, talvez casando esta legislação com uma reforma imigratória desesperadoramente necessária. Precisamos que algo bom, senão ótimo, saia destes dois acontecimentos trágicos!", acrescentou.

No sábado, um homem armado matou 20 pessoas em um supermercado Walmart de El Paso, no Texas, o que autoridades disseram parecer um crime de ódio de motivação racial. Apesar 13 horas mais tarde, outro atirador matou nove pessoas no centro de Dayton, em Ohio. Além dos mortos, dezenas de pessoas ficaram feridas nos dois ataques.

Estados Unidos aprovam novo medicamento apelidado de 'Viagra para mulheres'

A Administração de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos (FDA) aprovou na sexta-feira (21) um novo tratamento para mulheres que sofrem com a perda do desejo sexual. O medicamento chamado "Vyleesi" (bremelanotide), que deve ser aplicado pelo menos 45 minutos antes da relação sexual, recebeu o sinal verde para tratar o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH) em mulheres na pré-menopausa, de acordo com um comunicado da FDA.

 

O remédio, segundo a agência americana, "ativa os receptores de melanocortina", embora se desconheça "o mecanismo que melhoria o desejo sexual e a angústia relacionada" ao transtorno. Entre os efeitos colaterais estão náuseas, vômitos e dor de cabeça.

 

O Vyleesi será comercializado pela farmacêutica AMAG Pharmaceuticals. Segundo a FDA, ele também pode provocar aumento da pressão arterial, e por isso não é recomendado para pacientes com pressão alta ou com doença cardiovasculares. O medicamento também pode reduzir significativamente os níveis de naltrexona, usada por pacientes com dependência de álcool ou de opioides.

Em agosto de 2015, a FDA já havia autorizado que a farmacêutica Sprout Pharmaceuticals vendesse a flibanserina, com o nome comercial de "Addyi". Trata-se de uma pílula também conhecida como "viagra feminino". O remédio é pensado para uso diário em mulheres no período da pré-menopausa e que notam a perda repentina do desejo sexual.

A aprovação do Vyleesi, no entanto, foi questionada por alguns membros da comunidade científica e entre o próprio público, já que vários médicos colocam em dúvida os efeitos do remédio e a natureza da suposta desordem sexual.

Feriado de Corpus Christi: o que se comemora nessa data, afinal?

O Corpus Christi é um feriado sempre bem-vindo: ele quebra o jejum de feriados nacionais que acomete o país depois de 1º de maio, quando se celebra o Dia do Trabalho. Sem contar que ele acontece em junho, época das aguardadas festas juninas – e, vamos combinar, passar uns dias longe do trabalho não faz mal a ninguém, né?

Mas por que, todo ano, em alguma quinta-feira de junho, ganhamos uns dias de folga? Bom, se você não é muito religioso, talvez precise se interessar um pouquinho para entender a origem desse feriado, celebrado desde 1264.

 

O nome da efeméride já dá pistas sobre o que ela significa: corpus Christi, em latim, quer dizer “corpo de Cristo”. A data é usada pelos católicos (e alguns cristãos anglicanos) para lembrar a morte e a ressurreição de Jesus.

 

E por que junho? A comemoração acontece exatamente 60 dias após a Páscoa, mas o feriado se dá sempre em uma quinta-feira – a Última Ceia, o jantar derradeiro de Jesus com seus discípulos antes de morrer, teria acontecido nesse dia da semana. Segundo a Bíblia, foi nessa ocasião que Cristo disse que o pão simboliza seu corpo e o vinho, seu sangue. Por isso, esses dois ingredientes representam as cerimônias de Corpus Christi.

O que determina em qual quinta-feira do mês acontecerá o feriado é outra data do calendário cristão: o Domingo da Santíssima Trindade. A quinta seguinte a esse domingo será o Corpus Christi. O tal Domingo da Santíssima Trindade é sempre o domingo seguinte ao Pentecostes – que, por sua vez, ocorre 50 dias após o domingo de Páscoa.

Embora a escolha do dia da semana – quinta-feira – tenha um significado simbólico, associado à Santa Ceia, o fato desta quinta-feira vir após o Domingo da Santíssima Trindade parece ter sido determinado arbitrariamente. Dê só uma olhada no documentodo papa Urbano IV, em que ele institui a data.

No Brasil – assim como em outros países majoritariamente católicos, como Portugal e França – o Corpus Christi é um feriado nacional. O costume de celebrar a data veio com a chegada dos portugueses no século 16 e até hoje é uma tradição em cidades de todo o país, como Ouro Preto (MG), Paraty (RJ) e Pirenópolis (GO). O ritual envolve enfeitar as ruas com tapetes feitos de serragem tingida, palha, areia e outros materiais.

A história do Corpus Christi

A comemoração entrou no calendário da Igreja Católica no século XIII, por decisão do papa Urbano IV, que liderou a Igreja entre 1261 e 1264. Mas ele não fez isso da própria cabeça.

Uma freira belga chamada Juliana de Mont Cornillon teria sido uma das responsáveis por inspirar o pontífice. Segundo historiadores, a jovem dizia ter visões e sonhos que foram interpretados como sinais de que a Igreja precisava celebrar devidamente a eucaristia – isto é, a morte e a ressurreição de Cristo, para os católicos.

Outro acontecimento que teria motivado o papa da época a instituir o Corpus Christi foi um suposto milagre que aconteceu após um encontro, em Roma, de Urbano IV com um sacerdote da Boêmia (que hoje inclui regiões da Alemanha, da Polônia e da Áustria). Enquanto voltava para casa, o sacerdote parou em Bolsena, na Itália, para uma cerimônia da eucaristia. Durante o ritual, uma hóstia teria jorrado sangue.

O episódio ficou conhecido como Milagre de Bolsena e, quando chegou aos ouvidos do papa, ele decidiu oficializar a criação do Corpus Christi. A data se popularizou durante o século seguinte e virou uma das principais festas de países adeptos do catolicismo. Nossa paz de espírito agradece.

Homem é condenado por divulgar vídeo de atentado na Nova Zelândia

Condenado enviou o vídeo a 30 pessoas

Um homem da Nova Zelândia foi condenado a 21 meses de prisão por redistribuir a transmissão ao vivo do atentado contra duas mesquitas da cidade de Christchurch, no qual 51 pessoas foram assassinadas.

Philip Arps, 44, dono de uma empresa de isolamento térmico de Christchurch foi considerado culpado de duas acusações de distribuição de material inaceitável.

Em abril, ele admitiu que, um dia depois do massacre, enviou o vídeo a aproximadamente 30 pessoas e que estava de posse de uma versão modificada que incluía uma contagem de mortos.

 

Distribuir o vídeo glorifica o ataque, segundo a Justiça

 

Quando o juiz Stephen O'Driscoll, do Tribunal da Comarca de Christchurch, lhe perguntou sua opinião sobre o vídeo, o Arps respondeu "impressionante", segundo informações da "Radio New Zealand".

Mulher deposita buquê de flores em homenagem a mortos em atentado a mesquita em Christchurch, Nova Zelândia — Foto: Mark Baker/AP Photo
Mulher deposita buquê de flores em homenagem a mortos em atentado a mesquita em Christchurch, Nova Zelândia — Foto: Mark Baker/AP Photo

No vídeo, de 17 minutos, o responsável pelo ataque é visto atirando à queima-roupa nos fiéis que estavam na mesquita de Al Noor - a primeira a sofrer o ataque - para a oração de sexta-feira.

"Suas ações glorificam e encorajam assassinatos em massa com pretextos religiosos e ódio racial", disse o juiz a Arps, que está preso desde março.

"A distribuição um dia depois do ataque, quando as famílias ainda não sabiam se um parente havia morrido, mostra uma particular crueldade e brutalidade de sua parte", acrescentou o magistrado, justificando a condenação como medida necessária para evitar a reincidência do acusado.

Um australiano de 29 anos é o único acusado pelo ataque às duas mesquitas. Ele enfrenta acusações de terrorismo, 51 homicídios e 40 por tentativa de assassinato.

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